segunda-feira, 22 de junho de 2009

II CAMINHA EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA: EU TENHO FÉ!


sábado, 20 de junho de 2009

Semana Nacional Anti- Drogas


Espetáculo de dança "QUASE UMA HISTÓRIA"

"Celebrando os 18 anos de existência, luta e dedicação o Instituto Palmares de Direitos Humanos - I.P.D.H apresenta esta temporada da companhia Rubens Barbot Teatro de Dança" - ESPETÁCULO DE DANÇA "Quase uma história"

Este projeto foi pensado há três anos, sempre na espera de patrocínio para poder realizá-lo.Por ser uma companhia afro-brasileira é muito difícil arranjar patrocínio, até mesmo oficial (depois falam que as cotas são um racismo ao inverso).A companhia não ficou parada nesse tempo todo. Fez performances, apresentou uma compilação chamada Mamma África (2004) e fez estréia em 2005 de um espetáculo de rua chamado Sucessos nas Ruas.No mês de junho do ano passado foi tomada a resolução de que mesmo sem patrocínio a gente montaria o espetáculo, porque, para dizer verdade, o sistema quer isso, de alguma forma censurar, excluir, marginalizar e ao mesmo tempo fortalecer o embranquecimento e o pensamento estrangeiro, apoiando maciçamente projetos, no mínimo, duvidosos.Mas se a companhia nasceu em 1990 passando o pires, porque não voltar ao mesmo percurso para realizar este projeto.
TEATRO DO SESI
30 de novembro 19 h
2 e 3 de dezembro 20 h
Av. Graça Aranha, 01 Centro
Rio de Janeiro
Fone; (21) 2563-4163

Exposição "REGISTROS"


Fotos de Leonardo Aversa

Imagens que traduzem, acima de tudo, 16 anos de dedicação, resistência e beleza na dança contemporânea brasileira. Assim pode ser resumida a exposição Registros que reúne fotos que marcam os 16 anos da trajetória artística da Rubens Barbot Teatro de Dança – primeira companhia de dança afro-brasileira fundada no país. A exposição será inaugurada dia 19/6/2009 para convidados e dia 20/06/2009 para o grande público, reabrindo a galeria de exposições do BNDES. LOCAL: Av. Chile, 100 - Centro
Rio de Janeiro - RJ
fonte:http://ciabarbotkeratuar.blogspot.com

O REINO DO OUTRO MUNDO

O espetáculo
Para bem se entender este espetáculo deve ser pensado como um espetáculo de dança contemporânea.Não é uma sessão de Candomblé. É isso sim, um espetáculo de dança contemporânea baseado na coreografia dos Orixás.Desde a chegada dos escravos eles se encontraram na situação de ter que recorrer ao sincretismo para poder exercer seu culto. Ao ter a possibilidade de realizar este espetáculo numa igreja, não somente estaremos sendo contadores de histórias passada como também precursores de um mundo moderno que procura harmonia, tolerância e o respeito por todas as ideologias.O espetáculo será leve, vivo, alegre e muito alegórico.Nenhum orixá será realizado com os toques correspondentes a eles, as músicas foram escolhidas por uma afinidade com a personalidade de cada orixás e seguindo a pesquisa pessoal do diretor do espetáculo.Assim, Exu dança com música de Carl Orff, Oxum dança ao som de uma ária da obra O Messias de Heandel, Oxalá com um hino da Igreja Anglicana gravado na catedral de Wedmister, Yemanjá é dançada com música do atual Vangelis, Ogum ao som de jazz africano, Naná e Xangô ao som The Beatles.Isto é apenas um exemplo dos trilhos que vamos percorrer para realizar um espetáculo multicolorido e pluralista culturalmente falando, livre para todas as idades e símbolo da resistência da cultura negra.Pela harmonia, paz e união de povos, etnias, religiões, enfim, toda a humanidade. É antes de tudo um exercício de liberdade e respeito.


HORÁRIO: 19 de junhos 2009 às 20:00 a 9 de agosto 2009
às 21:00
LOCAL: Casa Alto Lapa Santa
Rua Joaquim Murtinho, 654 - Santa Teresa
Rio de Janeiro - RJ

fonte: http://ciabarbotorixas.blogspot.com

Cia. Rubens Barbot Teatro de Dança


Breve Histórico
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Fundada em 20 de Agosto de 1990 no bairro de Quintino na cidade do Rio Janeiro, pelo coreógrafo e bailarino Rubens Barbot, natural da cidade do Rio Grande (RS) e radicado no Rio de Janeiro de 1989.A primeira Companhia Negra de dança contemporânea, mantém até hoje, dezoito anos depois, um trabalho singular. Sustentando sua linguagem em pesquisas permanentes que Barbot desenvolve, centralizando seu trabalho numa analise profunda dos gestos, movimentos e imagens que se desprendem dos corpos afro-brasileiros.O processo de pensar a realidade e tentar transformá-la através da reflexão e da ação crítica,assim como o de pensar a condição humana, tem sido, historicamente, fundamental nas relações dos homens com a natureza.

A Rubens Barbot mantém um trabalho constante criando seus espetáculos e temporadas na cidade do Rio de Janeiro, excursionando por demais cidades e capitais no Brasil e também no exterior.Os temas abordados são os mais variados, mas sempre tendo em conta a condição humana e fazendo uma interpretação sob o olhar afro brasileiro. As idéias podem partir de uma simples cena recolhida ao acaso até textos consagrados e filosóficos, e a música que se utilizamos pode ser étnica primitiva, contemporânea, erudita ou trilha especialmente composta.

A Rubens Barbot mantém um trabalho constante criando seus espetáculos e temporadas na cidade do Rio de Janeiro, excursionando por demais cidades e capitais no Brasil e também no exterior.Os temas abordados são os mais variados, mas sempre tendo em conta a condição humana e fazendo uma interpretação sob o olhar afro brasileiro. As idéias podem partir de uma simples cena recolhida ao acaso até textos consagrados e filosóficos, e a música que se utilizamos pode ser étnica primitiva, contemporânea, erudita ou trilha especialmente composta.Fundada em 1990 no Rio de Janeiro, já em 93 fora motivo de admiração e surpresa no festival internacional da Argentina, conquistando dois dos mais importantes prêmios.Em 1996 foi a grande sensação da 7º Bienal de Dança de Lyon – França, onde se apresentou na Ópera de Lyon, com o espetáculo “Toque de Dança” - (Suíte Para Percussão e Corpos) – criado em conjunto com o percussionista Robertinho Silva, sendo ovacionada de pé nas três récitas num teatro superlotado e trazendo para o Brasil excelentes críticas que abalizam o trabalho de Rubens e companhia.Em 1998 foi a conquista da Alemanha com apresentações em cidades como Frankfurt, Munique entre outras, e o espetáculo dessa vez era “Em Pleno Meio Dia da Nossa Noite”, que trazia para o palco a realidade dos adolescentes de rua, na época uma abordagem inovadora; um espetáculo cruel e bastante realista. Desde então, a elaboração de trabalhos onde o Brasil, a sociedade e a cultura atuavam como pivô da temática, tem sido marca registrada da companhia.Esses longos e prazerosos dezoitos anos, tidos como extensos quando se trata da sobrevida de uma companhia de dança, ainda mais uma companhia assumidamente off, são resultantes de várias obras de sucesso, passagens por vários lugares do Brasil e do mundo, muito trabalho social, aplausos de críticos internacionais e nacionais, salvo alguns poucos antagônicos, que com desprezo, problematizam nossa pesquisa e a denominam somente “pesquisa desorganizada” desconhecendo o movimento simbólico do eterno desorganizar para o se organizar de novo, como se no Brasil não vivêssemos também essa odisséia insana. Contudo, mantendo um elenco permanente, que trabalha, pesquisa, faz conexões e dialoga com quem está a fim de dialogar, prosseguimos em 2008 em pleno amadurecimento constante e como não poderia deixar de ser festejando a vida, com um surpreendente espetáculo off, em cartaz numa inusitada catedral Anglicana, falando da cultura dos orixá. Um espetáculo que mais uma vez levará a companhia por tortos e maravilhosos caminhos, mas agora caminhos de uma companhia maior de idade.* O parágrafo marcado foi baseado num texto da Companhia dos Comuns.

fonte: http://ciarubensbarbotteatrodedança.blogspot.com



sexta-feira, 19 de junho de 2009

Defenda o Bondinho de Santa Teresa!!!!



A luta dos moradores de Santa Teresa para manter o bonde como meio de transporte coletivo do bairro continua.

O bonde é adequado às ladeiras de Santa Teresa, representa a nossa história cultural e não polui o meio ambiente.

Há a possibilidade de privatização do bondinho, o que implicaria na eletização do transporte. Deixando uma das suas principais características, que é o atendimento à população local, ele se integraria exclusivamente ao turismo (tornando-se um transporte caro).

Alguns eventos organizados pela AMAST servirão para chamar atenção do problema à população em geral e políticos. Um deles será a exibição do documentário, produzido por um dos moradores do bairro, a respeito da história do bondinho. O local da exibição será no Bar do Gomes às 19 horas, sábado (20/06). Endereço: Rua Áurea n º 26, em Santa Teresa. O telefone para contato é 2232-0822. Podendo chegar pelo Bondinho da linha Paula Matos.

VISITE e saiba mais sobre a AMAST e suas atividades em defesa do bonde: www.amast.org.br